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22/02/2012 - Em uma década, cursos tecnológicos receberam 547% mais alunos em SP


Em uma década, cursos tecnológicos receberam 547% mais alunos em SP

Entre 2000 e 2010, o porcentual de ingressantes em cursos superiores tecnólogos aumentou 547% no Estado de São Paulo, enquanto caiu 20% nas graduações tradicionais. Os dados incluem instituições privadas e públicas. Para especialistas, os números mostram a tendência de expansão dos cursos tecnológicos em detrimento dos bacharelados convencionais.

Em 2000, eles representavam 3,6% dos novos alunos. Em 2010, dado mais recente, esse número foi para 23,3% - ou seja, um em cada quatro novos alunos escolhe um curso tecnólogo. Em contrapartida, a porcentagem de novos estudantes nas graduações tradicionais, nesse mesmo período, caiu de 96,4% para 76,7% do total no Estado.

Os dados são um recorte do Censo da Educação Superior, do Ministério da Educação (MEC), feito pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp).

As graduações tecnológicas são cursos de curta duração, com foco na atuação no mercado de trabalho. Atualmente, os cinco mais procurados pelos estudantes paulistas são Gestão de Recursos Humanos, Gestão Logística, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Financeira e Mercadologia (Marketing), nessa ordem.

O crescimento identificado em São Paulo corresponde à tendência brasileira. Em 2005, o número de ingressantes nesses cursos representava 8,5% do total de novos alunos no ensino superior do País. Já em 2010, essa taxa subiu para 14,8%.

Para Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp, as taxas crescentes mostram que o preconceito contra esse tipo de curso está, aos poucos, diminuindo. "Havia uma resistência muito forte dos alunos, que achavam que o diploma não valia nada, e também do mercado de trabalho, que não queria empregar os formados", afirma. "Alguns conselhos profissionais não queriam conceder registro e algumas empresas não admitiam quem tivesse essa formação."

Tendência. Para especialistas, a curta duração é um dos maiores atrativos dos tecnólogos. Segundo eles, é esse o tipo de formação que se adapta mais rapidamente às transformações e tendências econômicas.

"O mundo e o mercado estão mais ágeis. O aluno vai atrás desse tipo de curso porque ele responde com mais eficiência às demandas do mercado", explica Maria Stela Crotti, diretora do Centro Universitário Senac de Campos do Jordão.

"Além disso, são formados profissionais específicos - que não têm formação generalista - para certas áreas de forma rápida, atendendo às demandas. A demora para tirar o diploma pode formar um profissional desatualizado", diz ela.

A atualização dos currículos interdisciplinares e a constante simulação de ambientes profissionais durante o curso também são outros aspectos que colocam o aluno em sintonia com o mercado. "Procuramos desenvolver no aluno essa capacidade empreendedora, para o estudante ter uma visão ampla", explica Danilo Duarte, pró-reitor da Universidade Cruzeiro do Sul.

Carlos Monteiro, especialista em ensino superior, afirma que a tendência de crescimento dos cursos superiores de tecnologia deve permanecer. "As graduações tecnológicas e a educação a distância são as chaves para o Brasil ampliar efetivamente o número de alunos no ensino superior", considera.

Fonte: Estadão Online
Site: http://goo.gl/V1bWO




14/02/2012 - Porcentual de alunos com aprendizado adequado à série por cidade


Porcentual de alunos com aprendizado adequado à série por cidade

Apenas 14,7% das crianças matriculadas no último ano do ensino fundamental no Brasil, incluídas as de redes públicas e particulares, sabem o mínimo esperado em matemática para esta etapa. Em língua portuguesa, são 26,2%. Entre os mais novos, que estão no 5º ano, o dado melhora um pouco: 32,5% atingem o aprendizado para esta série em matemática e 34,2% em português. Os dados de 2009 apresentados nesta terça-feira pelo Movimento Todos Pela Educação são medidos pela Prova Brasil, aplicada a estudantes pelo Ministério da Educação (MEC) a cada dois anos.

Se forem analisadas por cidade, uma novidade divulgada este ano pela organização, as estatísticas são ainda mais alarmantes.

Em nenhuma capital brasileira metade dos alunos alcançou o mínimo esperado para a série que cursava em 2009. Belo Horizonte, em Minas Gerais, foi a que teve melhor resultado entre as crianças do 5º ano, com 49% tanto em língua portuguesa como em matemática. No 9º ano, Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, ficou na frente com míseros 18,9% em matemática e 38% em língua portuguesa. Macapá tem os piores resultados entre as capitais com o ponto mais baixo em matemática para o 9º ano, com só 3,6% dos estudantes sabendo o mínimo.

Alguns municípios não tiveram dados tabulados por não terem feito a Prova Brasil em 2009. Há também casos que devem ser vistos com parcimônia como cidades que tinham índices baixos até 2007 e chegaram a até 100% em 2010. A exemplo do que ocorre em outros rankings, alguns pequenos municípios se destacam, como Cândido Rodrigues, em São Paulo, e Cocal dos Alves, no Piauí.

O Movimento Todos Pela Educação apresenta a evolução brasileira na educação rumo a cinco metas estabelecidas pela ONG, desde 2006: 1) Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; 2) Toda criança plenamente alfabetizada ate os 8 anos; 3) Todo aluno com aprendizado adequado a sua serie; 4) Todo jovem com Ensino Médio concluído ate os 19 anos e; 5) Investimento em Educação ampliado e bem gerido.

Em relação à meta 3, a ONG usa os resultados da Prova Brasil. Como os últimos dados gerais conhecidos do Brasil ainda são os relativos a 2009, que já estavam no relatório de 2010 do movimento, os organizadores foram adiante este ano e detalharam os porcentuais por município.

Os dados do ensino médio não podem ser desmembrados por cidade porque não há uma prova universal para a etapa. Apenas algumas escolas fazem a Prova Brasil. Ainda assim, os dados já apresentados no relatório anual do Todos Pela Educação no ano passado mostram que 90% dos estudantes da etapa não aprendem o mínimo e este nível vem sendo mantido há 10 anos.

Fonte: Ig Notícias
Site: http://goo.gl/lpGaq




09/02/2012 - Green School: aulas de sustentabilidade


Green School: aulas de sustentabilidade

Em uma escola onde todas as estruturas, as salas de aula, as mesas, os armários e o quadro-negro são de materiais naturais como o bambu Onde toda a água é reciclada, os pratos do refeitório são uma cesta com uma folha de bananeira, a energia é gerada por placas solares, os jardins são, na verdade, hortas e todas as aulas têm como objetivo informar e engajar os alunos em fazer a diferença pela sustentabilidade do planeta.

Assim é a vida dos 281 estudantes (do jardim de infância ao Ensino Médio) da Green School, uma escola internacional encravada entre campos de arroz e a floresta equatorial em Ubud, coração cultural da ilha de Bali, na Indonésia. Na escola, os alunos passam a manhã e a tarde entre três tipos de atividades: aulas normais (como inglês, matemática e ciências), artes criativas (drama, pintura, música e reciclagem) e estudos verdes.

Eles vão a campo com mestres balineses plantar arroz e bambu e cuidar da horta - uma forma de incluir os estudantes estrangeiros entre os moradores da comunidade local. A ideia partiu do canadense radicado em Bali John Hardy, após ver o filme de Al Gore, Uma Verdade Inconveniente.

"Pensei em que mundo ia deixar para os meus filhos e investi tudo para fazer uma escola carbono zero e que trouxesse benefícios para o entorno e para o planeta." Mas Hardy tem sonhos maiores. "Quero semear outras Green Schools pelo mundo inteiro."

Fonte: Planeta sustentável
Site: http://goo.gl/sMHG2




08/02/2012 - Em apenas 35 cidades do País mais da metade dos alunos sabe matemática


Em apenas 35 cidades do País mais da metade dos alunos sabe matemática

Apenas 35 cidades brasileiras – 0,6% do País – têm 50% ou mais de seus alunos com aprendizado em matemática adequado à série que cursam. Isso quer dizer que a maior parte dos estudantes desses municípios não aprendeu, por exemplo, a identificar objetos em mapas e a resolver problemas com números inteiros e racionais fazendo várias operações. Os dados se referem ao 9.º ano do ensino fundamental das redes públicas

No caso da língua portuguesa, esse índice é de 1,2%. Ou seja: apenas 67 municípios apresentam a metade ou mais de seus estudantes com conteúdo satisfatório para o ano da escola em que estão. Isso significa que a grande maioria ainda não aprendeu a identificar o conflito e os elementos que constroem a narrativa de um texto, por exemplo.

Os dados são referentes a 2009 e constam do relatório anual do movimento Todos Pela Educação, apresentado na terça-feira, 7. Todo aluno com o aprendizado adequado à sua série é uma das metas da organização.

Para acompanhar o desenvolvimento desse processo nos municípios, a organização usa o porcentual de estudantes com aprendizagem adequada em língua portuguesa e matemática. As duas disciplinas são avaliadas em todo o País pela Prova Brasil, no 5.º e 9.º ano do fundamental, e pelo Saeb, nas mesmas séries e também no 3.º ano do médio.

No caso do 5.º ano, em matemática, são 1.029 as cidades (19%) que têm 50% ou mais de seus alunos sabendo o que foi ensinado – como ler dados em tabelas. Em língua portuguesa, essa taxa cai para 14,3% – ou 773 cidades – com metade ou mais dos estudantes sabendo, por exemplo, identificar efeitos de humor em um texto.

Nenhuma das capitais do País tem metade ou mais de suas crianças e jovens com o aprendizado adequado nas duas disciplinas dos dois anos avaliados. As taxas mais altas pertencem a Belo Horizonte, com 49% de suas crianças do 5.º ano com conteúdo correto em português e em matemática.

Esses mesmos índices, na cidade de São Paulo, são de 33,6% para matemática e 34,5% para língua portuguesa. Cidades grandes paulistas, como Campinas, também têm todos os índices abaixo da metade. O mais baixo é 12,3% de alunos do 9.º ano com aprendizado adequado em matemática.

O secretário de Educação do município, Eduardo Coelho, reconhece que o aproveitamento escolar no 9.º ano é um “sinal amarelo” para os administradores. “Isso reflete o que vem ocorrendo desde anos anteriores e mostra que temos de caprichar, fazer mais investimentos, trabalhar para que o aluno tenha vontade de ir à escola, de aprender”, afirmou Coelho.

Parte dos municípios e Estados cumpriu as metas do Todos Pela Educação para aprendizado adequado. Em matemática, no 5.º ano, por exemplo, cinco Estados deixaram de atingir as metas. Já no 9.º ano, só quatro Estados as atingiram.

Para os especialistas em educação básica, não aprender o que foi ensinado acarreta em prejuízos sociais. “Temos de manter a eficiência do processo. Vemos hoje que, no 5.º ano, a porcentagem de alunos que aprendem o esperado é maior que no 9.º ano – que, por sua vez, é maior que no fim do ensino médio”, explica Priscila Cruz, diretora executiva da organização. “É uma crise que estamos vivendo no País, e toda a ineficiência desse sistema acaba desaguando no ensino médio: apenas 11% dos que concluem têm aprendizado suficiente em matemática”, afirma Priscila. A meta do Todos Pela Educação é de que, até 2022, 70% ou mais alunos tenham aprendido o conteúdo ensinado em sua série. Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, afirma que o problema da aprendizagem depende de um conjunto de fatores, que passa até mesmo pela infraestrutura da escola.

Fonte: Estadão Online
Site: http://goo.gl/qCx93




31/01/2012 - Escolas infantis investem na adaptação do aluno


Escolas infantis investem na adaptação do aluno

Início de ano letivo significa, além de novos horários, hábitos e gastos, choro na porta das escolas - especialmente naquelas que cuidam de crianças pequenas. No intuito de amenizar o impacto da separação dos pais de primeira viagem e dos filhos que acabam de ingressar na educação infantil, escolas particulares procuram adaptar gradativamente os novos alunos e oferecem até psicopedagogas para auxiliar as famílias.

Segundo especialistas, o medo, a tensão e a ansiedade que rondam os primeiros dias de aula podem ser passados dos pais, nervosos com a situação, para as crianças, já assustadas com as novidades. Para evitar que o processo se torne ainda mais traumático e culmine em gritos e lágrimas, o ideal é que as famílias sintam o máximo de confiança possível na escola escolhida.

"Os pais ficam muito preocupados em como vão ser esses primeiros dias desde a hora de fazer a matrícula", afirma Cristina Marcondes, orientadora educacional da educação infantil da Escola Stance Dual. "Por isso, antes de começar as aulas, fazemos uma reunião específica para essas famílias, onde abordamos os modos com que lidamos com mamadeira, chupeta e fralda, por exemplo, além de apresentarmos os professores e explicarmos como adaptamos os alunos."

Outra forma que as pré-escolas encontram para acalmar os pais mais inseguros é fazer entrevistas com eles, onde uma ficha com todos os dados da criança é preenchida. Detalhes como se a mãe teve problemas no parto e se o filho tem restrições alimentares, alergias e medicações fixas são destacados.

"A escola perguntou coisas da rotina da criança, o que achei bem interessante. Por exemplo, perguntaram se, quando minha filha acorda, ela fica tranquila ou assustada", diz a advogada Patrícia de Sá Pinto, de 28 anos, mãe de Beatriz, de 2, que acaba de se matricular na pré-escola do Colégio Renovação. "Essas coisas deixam a gente mais tranquila, porque mostra que eles estão atentos às peculiaridades de cada criança."

Primeiros dias. Hoje, grande parte das escolinhas particulares permite que os pais participem dos primeiros dias de aula. Normalmente, o processo ocorre de forma gradativa. No primeiro dia, pai e filho ficam por cerca de uma ou duas horas na escola - algumas permitem, nessa fase, que os pais fiquem ao alcance das crianças. Conforme as semanas vão passando, o tempo de permanência da criança vai aumentando progressivamente, até a ambientação completa.

"Esse é um período de conquista: o aluno precisa ser conquistado pela escola", explica Camila D'Amico, coordenadora pedagógica da educação infantil do Colégio Graphein. A escola oferece um espaço onde os pais permanecem nos primeiros dias, além de deixar uma orientadora educacional dedicada exclusivamente a conversar com eles. "Também deixamos, nesse começo, as crianças trazerem um objeto de apego, como um bicho de pelúcia", conta Camila.

Mas, mesmo com todos os cuidados, os pais ficam nervosos e as crianças choram - e muito - ao serem separadas deles. Segundo especialistas, é preciso ter coragem para lidar com a situação.

"A mãe deve ser firme, porque esse choro é muito comum. Ela deve participar desses primeiros dias mas, se ficar junto do filho o tempo inteiro, a adaptação não ocorre", afirma Alessandra Cavalcante, do Hospital e Maternidade São Luiz. "O começo nunca é fácil. Tem criança que chora até dois meses depois de as aulas começarem. Os pais devem ser fortes."

Angústia. Uma pesquisa realizada com 235 mulheres pelo site Mamatraca, especializado em maternidade, mostrou que as mães percebem o início da vida escolar dos filhos com ansiedade, preocupação, culpa e medo. Esses foram os sentimentos mais citados por elas ao deixar as crianças na escola ou na creche pela primeira vez.

É mais ou menos o que a educadora física Fabiana Gianini do Nascimento, de 34 anos, está sentindo. Camila, sua filha de 2 anos e 10 meses, acaba de ingressar no Colégio Santa Maria - as aulas começam amanhã. Para Fabiana, o principal temor é confiar os cuidados da filha a pessoas estranhas, mesmo conhecendo a estrutura e a pedagogia do colégio.

Fonte: Estadão Online
Site: http://goo.gl/E1G7u




24/01/2012 - A compra dos materiais escolares é lição para pais e filhos


Saúde oferecerá duas novas vacinas para crianças em 2012

Em frente à prateleira das canetas, a administradora de empresas Etel Fernandes, 44, tentava convencer o filho Gabriel, 14, que uma caneta azul de R$ 6 não era necessária, quando havia outra, praticamente igual, por R$ 3,99.

Teve que ouvir o outro filho, Lucas, 12, chamá-la de "sovina", em tom de piada.

Cada item passou por negociação, conta ela, que disse que os filhos geralmente entendem o porquê de não levarem sempre o que querem.

Mas isso não acontece em todas as famílias. "Os filhos influenciam a compra dos pais", afirma Ekaterine Karageorgiadis, advogada do Instituto Alana, ONG que discute o consumismo infantil.

Já a criança, por sua vez, é influenciada pela propaganda do produto, completa ela.

Mas o caminho ideal seria o pai deixar a criança em casa e escolher tudo sozinho? Para a psicanalista Isabel Kahn Marin, professora de psicologia infantil da PUC-SP, a resposta é não.

Para ela, melhor é levá-la para a compra e aproveitar o momento para educar o filho.

"Essa compra pode servir para se trabalhar com a criança o conceito de caro e barato, do que pode e o que não pode [fazer e comprar] e explicar que, muitas vezes, o que ela viu no comercial não é o melhor para ela."

"É o momento de estabelecer limites", diz a professora.

Fonte: Folha Online
Site: http://folha.com/no1037826




20/01/2012 - Saúde oferecerá duas novas vacinas para crianças em 2012


Saúde oferecerá duas novas vacinas para crianças em 2012

A partir do segundo semestre deste ano, o Brasil ampliará o calendário de imunização das crianças e terá duas novas vacinas: uma contra a pólio e outra que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças, anunciou ontem o Ministério da Saúde.

A nova dose contra a pólio, chamada Vacina Inativada Poliomielite (VIP), será injetável e entrará no calendário de rotina em paralelo com a campanha nacional de imunização, realizada com as duas gotinhas orais. A versão injetável, no entanto, só será aplicada para as crianças que iniciam o calendário de vacinação. A VIP foca crianças dos dois aos quatro meses, enquanto a oral será usada, aos seis e aos 15 meses.

A vacina pentavalente terá uma só dose para garantir proteção contra difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B. Ela vai substituir a imunização atual, que ainda é feita com duas vacinas separadas. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade.

Com o novo modelo, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo, entre quatro e seis anos. Além disso, os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da hepatibe B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical.

A introdução da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), com vírus inativado, tem ocorrido em países que já eliminaram a doença. A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), no entanto, recomenda que os países das Américas continuem utilizando a vacina oral, com vírus atenuado, até a erradicação mundial da poliomielite, o que garante uma proteção de grupo. O vírus ainda circula em 25 países. As campanhas anuais contra poliomielite serão modificadas a partir de 2012, seguindo as novidades na vacinação. Na primeira etapa - a ser realizada em 16 de junho - tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de VOP, independente de terem sido vacinadas anteriormente. Na segunda etapa - em agosto - todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação.

Todas as cadernetas serão avaliadas para a atualização das vacinas que estiverem em atraso. Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.

Fonte: O Diário
Site: http://goo.gl/DOhhh




13/01/2012 - Rede estadual de ensino de São Paulo terá dois professores por sala


Rede estadual de ensino de São Paulo terá dois professores por sala

A partir deste ano, as escolas estaduais de São Paulo vão contar com dois professores em sala de aula, tanto no ensino fundamental quanto no médio. Eles serão chamados de professores auxiliares e terão de dar suporte aos titulares na assistência a alunos com dificuldades de aprendizagem. Não serão vagas para estagiários, mas para quem já é formado e leciona na rede como efetivo, estável ou a candidato à contratação temporária.

A ideia, que faz parte de um novo sistema de recuperação pedagógica da Secretaria Estadual de Educação, é que os alunos que estejam com dificuldades sejam recuperados no momento em que os problemas de aprendizado apareçam, sem esperar o fim do ano e do ciclo escolar.

A ação recebeu o nome de recuperação contínua. Além dela, haverá outra modalidade: a recuperação intensiva.

O professor auxiliar poderá atuar em classes do ciclo 1 do ensino fundamental com mais de 25 alunos. Em cada turma, esse professor poderá auxiliar em até dez aulas por semana.

Já no ciclo 2, apenas as turmas com mais 30 estudantes terão esse docente. No ensino médio, o auxílio será para as salas com mais de 40 alunos. Em ambos os casos, o professor auxiliar atuará em até três horas-aula por semana, distribuídas em até três disciplinas. O número de professores auxiliares será definido após a atribuição de aulas e início do ano letivo.

Fonte: Estadão Online
Site: http://goo.gl/BrycZ




11/01/2012 - Mais de 2,5 milhões de inscrições já foram feitas para o Sisu


Mais de 2,5 milhões de inscrições já foram feitas para o Sisu

Mais de 2,5 milhões de inscrições para o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) já foram feitas até as 12h desta terça-feira, quarto dia desde a abertura das inscrições.

Balanço divulgado pelo Ministério da Educação mostra que cerca de 1,3 milhão de estudantes fizeram a inscrição --o número de inscrições e de candidatos é diferente, pois cada pessoa pode escolher até duas opções de curso, embora não seja obrigatório.

Para efeitos de comparação, o processo do primeiro semestre do ano passado terminou com um milhão de candidatos e praticamente o dobro desse número em inscrições.

O MEC, no entanto, ressalta que o ritmo de novas inscrições vem diminuindo desde o início do processo.

As inscrições começaram à zero hora de sábado e seguem até o fim da noite de quinta-feira (12). Os candidatos devem entrar no site sisu.mec.gov.br.

O Sisu é um sistema de seleção único para o ingresso em instituições públicas de ensino superior. A seleção é feita com base no desempenho no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

O balanço do MEC mostra que até o horário o Rio de Janeiro é o Estado com maior número de inscrições, um total de 312.083. Na sequência aparecem Minas Gerais (276.216), São Paulo (217.131), Ceará (189.139), Rio Grande do Sul (174.008), Bahia (153.815) e Pernambuco (141.355).

Estão sendo oferecidas pelo Sisu neste primeiro semestre 108,5 mil vagas. Esses postos estão em 3.300 cursos de 95 instituições.

Fonte: Folha Online
Site: http://folha.com/no1032367




04/01/2012 - Comemoração dia das crianças Fundação Gentil Afonso Durães- Unidade São Luís/MA

Comemoração dia das crianças Fundação Gentil Afonso Durães- Unidade São Luís/MA

Em comemoração ao Dia das Crianças, os alunos da FGAD- São Luís passaram a manhã do dia 14 de outubro desfrutando de momentos de lazer em shopping da cidade.

Durante o passeio todas as crianças assistiram à sessão no cinema, com direito a pipoca e refrigerante.

Após o filme “Carros 2”, os alunos confraternizaram com um delicioso lanche na praça de alimentação, na presença dos professores e dos voluntários da SP Alimentação.

Ao final das atividades todos se reuniram para registrar mais um momento de felicidade na companhia de seus colegas.



10/09/2011 - Aniversário Fundação Gentil Afonso Durães

A fundação completou 8 anos em outubro e comemorou com bolo e frutas e claro, com as crianças as principais beneficiadas da fundação.

As frutas foram doadas da empresa Ceazza e o processo de higienização doado pela empresa Vegetais Processados.

E assim, a Fundação Gentil Afonso Durães continua contribuindo pelo futuro de crianças e jovens, criando novas oportunidades, ajudando crescendo novos futuros e um mundo melhor.










27/09/2011 - Campanha de vacinação contra o sarampo acaba nesta sexta-feira

A campanha de vacinação contra o sarampo termina na próxima sexta-feira, 30. Crianças de 1 a 7 anos devem ser levadas aos postos de saúde para fazer a imunização. Quem já foi vacinado pode receber a dose novamente.
Inicialmente, a campanha estava prevista para terminar no último dia 16, mas foi prorrogada pelo Ministério da Saúde por duas semanas. Segundo a pasta, o objetivo é identificar os municípios com cobertura vacinal menor e intensificar a mobilização nessas localidades.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão acontece quando o doente tosse, fala ou respira. A vacina é a forma mais eficaz de prevenção e está disponível durante todo o ano nos postos de saúde.









Fonte: Estadão Online
Site: http://goo.gl/h27me

27/09/2011 - Escola une aluno da rede pública e privada

Letícia Schandert Tonietto, de 12 anos, mora no Alto da Lapa e estudou desde a pré-escola no Colégio Santa Cruz, um dos mais tradicionais de São Paulo. Luíza Pereira dos Santos, de 13 anos, mora em Osasco e sempre frequentou a escola pública de seu bairro. Nunca haviam se visto até 2010, quando entraram na mesma escola, a Germinare.

"Unimos pobres e ricos porque não é a classe econômica que define o público que queremos", explica Vivianne Batista, diretora do Instituto JBS, o braço social do Frigorífico JBS, mantenedor da escola.

Na escola localizada no Jaraguá, na zona norte de São Paulo, 60% dos alunos saíram de escolas públicas e 40%, de particulares, uma das características que a distingue de outras também mantidas pela iniciativa privada: o comum é que essas instituições priorizem estudantes da rede pública.

O porcentual não foi estabelecido previamente. É resultado de um processo de seleção que não considera apenas os conhecimentos escolares, mas também o potencial cognitivo e características pessoais como disciplina, criatividade e capacidade para trabalhar em equipe.

Atração. O chamariz que fez com que pais de estudantes de colégios particulares se interessassem - além da isenção de mensalidade, é claro - foi o projeto pedagógico.

Os 270 alunos dos 6.º, 7.º e 8.º anos estudam em período integral: entram às 7h15 e saem às 17 horas.

Além das cargas horárias de matemática e língua portuguesa serem superiores à exigida pelo Ministério da Educação (MEC), o currículo prioriza conhecimentos mais requisitados pelo mercado de trabalho, como informática e inglês. São quatro aulas do idioma por semana e, no fim do ensino fundamental, no 9.º ano, todos devem fazer um exame de proficiência.

Já as aulas de informática não se restringem a ensinar o uso de aplicativos. O conteúdo inclui programação. Mas o que mais chama a atenção dos estudantes são as aulas de empreendedorismo. "É bom porque é o que a gente vai usar na prática. Aprendi, por exemplo, como administrar meu próprio negócio. Vai que eu me torne uma empresária", afirma Beatriz Nardi, de 13 anos, aluna do 8.º ano do fundamental.

Para aqueles que não pretendem se tornar empreendedores, o colégio investe no preparo para as seleções de emprego. Neste semestre, por exemplo, os alunos do 8.º ano concorrem a uma vaga fictícia na JBS. Aprenderam a fazer um currículo, a se comportar em uma entrevista de trabalho e a participar de uma dinâmica de grupo.

Troca. O currículo que mescla a formação tradicional com experiências práticas de trabalho é muito valorizado, principalmente por aqueles que saíram da rede pública, como Giovanna Teixeira Soares, de 13 anos. Na escola onde estudava, conta, o ensino era bom, mas seu aprendizado esbarrava em dois problemas: o desinteresse dos alunos e a falta dos professores. "Se o professor adoecia, a gente ficava sem aula. Mas muitos não achavam ruim porque não queriam aprender."

Com a troca de escola, Giovanna gasta no trânsito uma hora na ida e outra na volta, mas afirma que a distância compensa. "Aqui, todos querem aprender"

Mesmo porque, na Germinare, aqueles estudantes que não mostram interesse não conseguem permanecer. A nota média de provas e trabalhos é sete e a escola não aceita reprovação. Quem não consegue a nota mínima para avançar de série tem de sair da escola.
Grife. O rigor com os alunos é uma das formas de se tornar um centro de excelência que prepare estudantes para os vestibulares mais concorridos. A outra estratégia do colégio foi investir no corpo docente.

A diretora, Myriam Tricate, trabalha no Magno, um dos colégios paulistanos mais bem classificados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O currículo dos professores também ostenta as grifes educacionais: a maior parte leciona ou já passou por colégios como Bandeirantes, Porto Seguro, Pueri Domus e Rio Branco. Para mantê-los, os salários são atrativos. A escola paga R$ 38 pela hora/aula. O salário de um professor que leciona o dia todo é de cerca de R$ 9 mil mensais. 

Fonte: Estadão
Link: http://goo.gl/YEVxe

27/09/2011 - Escolas se unem para afastar alunos das drogas

Colégios particulares tradicionais da capital se reuniram ontem na I Jornada de Prevenção contra o Comportamento de risco nas Escolas Paulistanas, em busca de medidas para afastar seus estudantes do uso de álcool, cigarro e drogas ilícitas. Profissionais de seis instituições ouvidos pela reportagem afirmam que a facilidade de acesso a esses produtos em baladas, festas de 15 anos e até dentro de casa é crescente.
O problema enfrentado pelos colégios aparece também nas estatísticas oficiais do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que realizou um estudo sobre o tema divulgado pelo JT em dezembro de 2010: o uso de drogas ilícitas nas escolas particulares, no ano anterior à pesquisa, era de 13,6% – índice acima da taxa verificada na rede pública, de 9,9%.
A ideia de unir forças para combater o consumo de drogas entre os estudantes da cidade partiu do colégio I.L.Peretz. Ali, o trabalho de prevenção começa já no ensino infantil, com alunos de 4 anos. “Desde cedo, trabalhamos vários assuntos relacionados à saúde para que, quando estejam na adolescência, já tenham meio caminho andado”, diz a coordenadora do projeto Prev-Peretz, Evelina Holender.

Ela conta que já há alguns anos a escola vem estudando alternativas modernas para abordar o tema. “O que se fazia antigamente nas escolas, como convidar alguém para dar uma palestra sobre drogas uma vez por ano, por exemplo, não estava mais funcionando”, ressalta. Atualmente, o Peretz conta com a contribuição da psiquiatra Ana Cecília Marques, pesquisadora da Unidade de Álcool e Drogas da Unifesp (Uniad).

A psiquiatra passou a aplicar um questionário a cada dois anos para avaliar o quanto os alunos do Peretz estavam expostos ao álcool, ao tabaco e às drogas ilícitas. “Até pouco tempo, dizia-se que atividades de prevenção nas escolas não surtiam efeito. Passamos a trabalhar de maneira científica e agora estamos notando resultados importantes”, conta Evelina.

De 2005 até 2010, o colégio observou uma redução de 75% para 40% na parcela de alunos com menos de 18 anos que experimentaram álcool. Também diminuiu a porcentagem de alunos a partir do 8.º ano que consumiram álcool de maneira abusiva (mais de cinco doses de uma só vez): de 20 para 16%. O uso de tabaco caiu de 50% para 16% e a taxa de uso da maconha foi de 23% para 2%.

Para os educadores, a iniciação precoce ao álcool é a maior preocupação. O coordenador pedagógico César Pazinatto, responsável pelo Programa de Promoção de Saúde do Colégio Santo Américo, diz que as bebidas são as grandes vilãs – tanto pelo fácil acesso quanto por funcionarem como porta de entrada para outras drogas.

Na opinião do educador Armando José Capeletto, orientador do Colégio Santa Maria, atualmente a construção social da adolescência favorece a precocidade. “As crianças querem crescer logo e ir para as festas e baladas. Então, o que deveria acontecer mais tarde, acaba acontecendo aos 11, 12 anos”, acredita.

Violência e impulsividade

Para a terapeuta familiar e psicopedagoga Elizabeth Polity, diretora do Colégio Winnicott, bullying e violência também são comportamentos de risco que merecem atenção. “Essas questões que acompanhamos nos jornais de crianças portando armas de fogo, de brincadeiras que podem prejudicar os colegas, todos estão inseridos nesse contexto”, diz.

Elizabeth acrescenta que o aumento de uso de álcool e outras drogas pelos adolescentes tem a ver com a dificuldade que as crianças têm atualmente de lidar com sua impulsividade e de desenvolver um autocontrole. “Existe um bombardeamento incrível por parte da mídia, que promete uma vida cheia de prazer e alegria, sem nenhum compromisso. A própria família vive sob a égide do prazer e do medo de frustrar”, diz.

Para Elizabeth, esse é o ambiente propício para a adesão ao uso de substâncias químicas.

Fonte: Jornal da tarde
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Para dar ainda mais motivação, as crianças da Fundação foram ao cinema assistir Carros 2, no Cinemark do shopping Villa Lobos.